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CPA Prime Contabilidade na mídia

CPA Prime Contabilidade: segurança, estratégia e confiança para sua empresa

Referência em soluções contábeis, a CPA Prime une planejamento tributário, legalização e acompanhamento fiscal para manter sua empresa em conformidade, reduzir riscos e apoiar decisões mais inteligentes.

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Trabalhamos com a CPA por mais de duas décadas como pessoa física e agora também como jurídica. Sempre recebemos atenção, profissionalismo e parceria.

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Abri minha primeira empresa com a CPA e, ao longo dos anos, passamos por diversas mudanças. A equipe sempre deu suporte com muita presteza e competência.

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Trabalho com a CPA há mais de 20 anos e sempre acreditei no trabalho deles. Uma equipe competente, prestativa, verdadeira e sempre pronta para atender com gentileza.

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Desde que comecei a trabalhar com a CPA Prime, pude perceber a diferença. A gestão fiscal ficou mais organizada e eficiente, permitindo dedicar mais tempo aos clientes.

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Para a realização do trabalho previdenciário é essencial contar com apoio contábil de confiança. A equipe da CPA auxilia desde o cumprimento das exigências até a solução das pendências.

Dr. José Augusto Bras Dr. José Augusto Bras Direito Imobiliário

Ter a CPA Prime como parceiro contábil foi um divisor de águas para meu escritório. A equipe é proativa, disponível e realmente inteligente para quem busca excelência.

Nossa área de atuação

Oferecemos soluções contábeis, fiscais, trabalhistas e financeiras para empresas, garantindo segurança, conformidade e crescimento.

Contabilidade para advogados

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Contabilidade tributária eficiente, planejamento financeiro e análise de indicadores para aumentar a lucratividade do escritório jurídico.

Contabilidade para indústrias

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Atendimento especializado para atividades industriais, com foco em rotinas fiscais, custos, estoque e crescimento com segurança.

Contabilidade para área da saúde

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Mais de 30 anos de experiência em soluções contábeis para clínicas, consultórios e profissionais da saúde em São Paulo.

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Suporte para registro de marcas e patentes, protegendo a identidade da empresa com orientação especializada.

Licenças e alvarás

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Obtenção e renovação de licenças e alvarás necessários para a operação do negócio, evitando multas e interdições.

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Abrir Empresa

A abertura de uma empresa é o primeiro passo para transformar sua ideia em um negócio de sucesso.

Agilidade no Processo:

Cuidamos de todas as etapas burocráticas, como registro na Junta Comercial, CNPJ e inscrições municipais e estaduais.

Conformidade Jurídica:

Garantimos que sua empresa seja aberta de acordo com a legislação vigente, evitando problemas futuros.

Escolha do Regime Tributário Ideal:

Orientamos na escolha do regime tributário mais vantajoso para reduzir custos e otimizar sua gestão fiscal.

Personalização do Contrato Social:

Elaboramos o contrato social de acordo com as necessidades e objetivos do seu negócio.

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O Departamento Contábil é essencial para a saúde financeira e a organização estratégica de qualquer empresa.

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Garanta que sua empresa esteja sempre em dia com as obrigações tributárias e normativas, evitando multas e penalidades.

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Planejamento Estratégico:

Foco na redução de custos e no crescimento sustentável.

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Identificação de oportunidades para otimização fiscal e redução de despesas desnecessárias.

Quem deve contratar o Nosso Escritório de Contabilidade ?

Empresários, empreendedores e profissionais liberais que buscam uma contabilidade estratégica, capaz de reduzir custos, otimizar tributos e oferecer segurança no cumprimento das obrigações legais. Ideal para negócios de diversos segmentos, como saúde, e-commerce, pet shops, indústrias e prestadores de serviços que desejam crescer com organização e planejamento.

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Empresas que Buscam Redução de Custos Tributários

Realizamos um planejamento tributário estratégico, identificando as melhores formas de reduzir a carga fiscal de forma legal e eficiente, otimizando os recursos financeiros do seu negócio.

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Negócios em Expansão que Precisam de Organização Contábil

Se sua empresa está crescendo, cuidamos da estruturação contábil e financeira para garantir que você tenha dados confiáveis para tomadas de decisão estratégicas e um crescimento sustentável.

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Empresas com Dificuldade em Cumprir Obrigações Fiscais

Garantimos que todas as obrigações fiscais, trabalhistas e contábeis sejam cumpridas dentro dos prazos legais, evitando multas, penalidades e complicações jurídicas.

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Empreendedores em Busca de Consultoria Personalizada

Oferecemos atendimento personalizado, analisando as necessidades específicas do seu negócio para entregar soluções contábeis, fiscais e financeiras sob medida.

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Empresas que Precisam de Relatórios Gerenciais Precisos

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O que dizem os advogados que confiam na CPA Prime

Nossos clientes da área jurídica destacam a tranquilidade e a segurança de contar com uma contabilidade especializada. Com a CPA Prime, advogados encontram uma equipe que entende as particularidades da advocacia, garante conformidade fiscal e oferece soluções estratégicas para que eles possam se dedicar ao essencial: o exercício da profissão.

Entenda Como a CPA Prime: Pode Ajudar Você

Em nossos vídeos, mostramos na prática como a CPA Prime Contabilidade oferece soluções para otimizar a gestão, reduzir custos e manter seu negócio em conformidade fiscal.

Sua Empresa com a CPA Prime Contabilidade: Crescimento Garantido

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O Que É Compliance Tributário e Por Que Ele Se Tornou Indispensável em 2026

O compliance tributário em 2026 deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se transformar em condição básica de segurança e continuidade empresarial no Brasil. Com a produção de efeitos das regras da Lei Complementar nº 214/2025 e o início da fase de testes do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), as empresas passaram a enfrentar um cenário de maior transparência, integração de dados e novas obrigações acessórias. Portanto, compreender profundamente o que é compliance tributário e por que ele se tornou indispensável em 2026 é o primeiro passo para qualquer gestor que deseja proteger o caixa, reduzir riscos fiscais e manter a regularidade da empresa. Nesse novo ambiente, a CPA Prime Contabilidade atua como parceira estratégica, ajudando empresas a estruturar processos, revisar sistemas e fortalecer a conformidade desde o primeiro ano da transição. Além disso, a digitalização das obrigações e a futura implementação gradual do split payment aumentam a necessidade de integração entre documentos fiscais, sistemas de gestão, meios de pagamento e controles contábeis. Consequentemente, quem não investe em compliance tributário em 2026 corre o risco de enfrentar problemas que vão desde inconsistências e rejeições de documentos fiscais até impactos no fluxo de caixa e na reputação do negócio. O que realmente significa compliance tributário no contexto brasileiro atual Compliance tributário é o conjunto organizado de políticas, processos, controles internos e tecnologias que ajudam a empresa a cumprir corretamente suas obrigações fiscais principais e acessórias. Em outras palavras, trata-se de estar em conformidade não apenas com o pagamento dos tributos, mas também com a emissão correta de documentos, a entrega de declarações, a classificação fiscal adequada e a manutenção de registros que permitam demonstrar a regularidade das operações. No Brasil de 2026, esse conceito ganhou contornos ainda mais relevantes. A Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, substitui gradualmente PIS, Cofins, ICMS, ISS e parte do IPI pelo modelo dual de IBS e CBS. Dessa forma, o compliance tributário em 2026 passa a incluir o domínio das novas regras de creditamento, o preenchimento dos campos relativos às alíquotas de teste e a preparação para a implementação gradual do split payment. Além disso, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS estão desenvolvendo ambientes digitais e procedimentos para recepção, apuração e cruzamento das informações relacionadas aos novos tributos. Isso amplia a capacidade de verificação da coerência entre documentos fiscais, declarações e apurações, sem que seja possível afirmar que todos os cruzamentos ocorrerão instantaneamente ou em tempo real desde o início da transição. Por exemplo, uma empresa que emite documentos sem os campos exigidos de IBS e CBS poderá enfrentar rejeições quando as respectivas regras de validação estiverem ativas. As datas e exigências devem ser observadas conforme o tipo de documento fiscal e o cronograma técnico aplicável. Assim, o compliance deixa de ser apenas “pagar o imposto certo” e se transforma em um sistema contínuo de prevenção, monitoramento e correção. Por que 2026 marca um ponto de inflexão histórico para o compliance tributário O ano de 2026 representa o início oficial da transição. Nesse período, foram estabelecidas as alíquotas de teste de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, totalizando 1%. Os contribuintes abrangidos devem emitir os documentos fiscais eletrônicos com os campos dos novos tributos, conforme as notas técnicas e os cronogramas aplicáveis. O recolhimento do IBS e da CBS em 2026 fica dispensado para os contribuintes que cumprirem as obrigações acessórias previstas. Quando houver recolhimento, o montante será compensado com PIS e Cofins no mesmo período, na forma da legislação. Portanto, não é correto afirmar que todos os contribuintes necessariamente recolherão 1% para posteriormente compensá-lo. Além disso, o período inicial de adaptação não representa autorização geral para erros. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS estabeleceram medidas de transição e de estímulo à conformidade, mas as obrigações devem ser cumpridas conforme os atos e documentos técnicos aplicáveis. Empresas que postergarem a adequação dos ERPs, da classificação de produtos e serviços e dos processos internos poderão enfrentar inconsistências, rejeições sistêmicas e necessidade de correções posteriores. Nesse cenário, a CPA Prime Contabilidade orienta seus clientes a mapear riscos, atualizar sistemas e treinar equipes. Dessa forma, o compliance deixa de ser apenas um custo administrativo e passa a ser um investimento em redução de riscos e competitividade. Os principais pilares do compliance tributário em 2026 Para que o compliance tributário em 2026 funcione de maneira eficaz, é necessário estruturar quatro pilares fundamentais. Em primeiro lugar, a governança fiscal interna precisa definir responsabilidades claras. Em segundo lugar, a tecnologia deve estar alinhada aos novos leiautes de NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e dos demais documentos abrangidos. Em terceiro lugar, a classificação tributária de bens e serviços precisa ser revisada à luz das regras de IBS e CBS. Por fim, o monitoramento contínuo e as auditorias preventivas garantem que eventuais desvios sejam identificados e corrigidos antes de se tornarem problemas maiores. Além disso, o split payment — mecanismo pelo qual o IBS e a CBS poderão ser segregados no momento da liquidação financeira — exige que a empresa conheça seus fluxos de recebimento, concilie documentos e pagamentos e acompanhe a regularidade das informações transmitidas. Sua implementação será gradual e dependerá da regulamentação e da evolução dos sistemas. Portanto, o compliance tributário em 2026 também envolve a preparação da gestão financeira e dos sistemas para as próximas etapas da reforma. Como a Reforma Tributária elevou o nível de exigência A Lei Complementar nº 214/2025 introduziu novas regras de creditamento, obrigações documentais e mecanismos de pagamento. No caso específico da NFS-e, o preenchimento dos campos de IBS e CBS deve observar os leiautes e cronogramas técnicos aplicáveis, não existindo uma facultatividade geral válida para todos os emissores durante todo o ano de 2026. Quem deseja aprofundar esse ponto pode consultar o conteúdo NFS-e em 2026: Como Funciona o Destaque de IBS e CBS Para Serviços. Da mesma forma, as plataformas digitais passam a ter responsabilidades específicas em determinadas operações. Empresas que vendem online precisam

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NFS-e em 2026 Por Que o Destaque de IBS e CBS Ainda É Facultativo Para Serviços

A chegada de 2026 marca o início oficial da fase de transição da reforma tributária do consumo no Brasil. Nesse cenário, muitos prestadores de serviços ainda têm dúvidas sobre o destaque de IBS e CBS na NFS-e em 2026. A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica passou a incorporar os campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), conforme os leiautes e cronogramas técnicos aplicáveis. Não é correto afirmar que o destaque permanece facultativo durante todo o ano de 2026. A legislação estabeleceu a obrigação de emissão dos documentos fiscais eletrônicos com os novos campos, enquanto a ativação das validações sistêmicas e as datas operacionais foram organizadas conforme o modelo de documento e o cronograma de implantação. No padrão nacional da NFS-e, há previsão de obrigatoriedade dos grupos de IBS e CBS e de suas regras de validação a partir de 3 de agosto de 2026. Portanto, compreender esse cronograma é fundamental para qualquer empresa que emite NFS-e. Além disso, aproveitar o período de adaptação evita surpresas futuras e permite preparação adequada. A CPA Prime Contabilidade acompanha de perto as atualizações e orienta seus clientes sobre as melhores práticas nesse momento de mudança. O contexto da reforma tributária e o papel da NFS-e em 2026 A Emenda Constitucional nº 132/2023 e a Lei Complementar nº 214/2025 estabeleceram um novo modelo de tributação sobre o consumo. O IBS e a CBS substituirão, de forma gradual, tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. Em 2026, o ano funciona como período de teste. As alíquotas são de 0,1% de IBS e 0,9% de CBS, totalizando 1%. Os valores destacados não devem ser somados ao total da operação. O recolhimento do IBS e da CBS fica dispensado em 2026 para os contribuintes que cumprirem as obrigações acessórias aplicáveis. Se houver recolhimento, os valores serão compensados com PIS e Cofins devidos no mesmo período de apuração, nos termos da legislação. No entanto, a aplicação prática varia conforme o tipo de documento fiscal. NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS e NFS-e estão entre os documentos abrangidos pelas adaptações para o IBS e a CBS. A exigência operacional dos campos e a ativação das regras de validação devem seguir as notas técnicas e o cronograma específico de cada documento. No caso da NFS-e, a diversidade dos sistemas municipais exigiu uma implantação coordenada com o padrão nacional e com o Ambiente de Dados Nacional. Durante a etapa inicial de 2026, alguns sistemas permitiram a emissão sem a validação obrigatória dos grupos de IBS e CBS. Isso não significou uma facultatividade legal irrestrita durante todo o exercício, mas um período técnico de adaptação antes da ativação das validações. Consequentemente, empresas e prestadores de serviços ganharam tempo para ajustar processos, treinar equipes e adequar softwares. No padrão nacional da NFS-e, a documentação técnica indicou a obrigatoriedade dos grupos de IBS e CBS e das respectivas validações a partir de 3 de agosto de 2026. Além disso, as informações prestadas em 2026 servem para testar os sistemas de apuração e apoiar a implementação dos novos tributos. Portanto, preencher corretamente os campos de IBS e CBS desde a fase de adaptação traz benefícios estratégicos para a empresa. Por que a NFS-e recebeu um cronograma específico? A principal razão para o cronograma específico da NFS-e reside na estrutura historicamente descentralizada da emissão das notas de serviços. Diferentemente da NF-e, que possui ambiente nacional consolidado, a NFS-e foi desenvolvida ao longo dos anos por diferentes municípios, com sistemas, integrações e procedimentos próprios. A reforma passou a exigir o compartilhamento das informações das NFS-e com o Ambiente de Dados Nacional. Com isso, municípios que mantêm emissores próprios precisam adaptar seus sistemas ao padrão e compartilhar os documentos conforme as especificações nacionais. Impor todas as validações de forma imediata, sem período técnico de implantação, poderia criar dificuldades operacionais. Dessa forma, foram publicados leiautes, notas técnicas e cronogramas para permitir que municípios, empresas e fornecedores de software realizassem os ajustes necessários. Além disso, o setor de serviços é extremamente diverso. Ele inclui desde profissionais liberais e clínicas até empresas de tecnologia, construção civil e consultorias. Cada segmento possui particularidades de enquadramento tributário e de sistemas de gestão. Portanto, uma implantação progressiva permite que prestadores de diferentes portes e regiões se preparem de maneira ordenada. A CPA Prime Contabilidade destaca que o período de adaptação não significa ausência de responsabilidade. Empresas que antecipam a adequação reduzem riscos futuros, melhoram a qualidade das informações fiscais e demonstram maturidade de conformidade. O que muda na prática para quem emite NFS-e em 2026 Os emissores de NFS-e precisam acompanhar o leiaute adotado pelo município e as regras do padrão nacional. Em sistemas que já disponibilizam os campos de IBS e CBS, o contribuinte deve verificar as orientações técnicas e o cronograma local de implantação. No Município de São Paulo, por exemplo, o novo leiaute passou a admitir os campos relacionados ao IBS e à CBS desde o início de 2026, e o uso do leiaute com os novos campos tornou-se obrigatório para emissões correntes a partir de 1º de agosto de 2026. Esse exemplo demonstra que as datas operacionais podem variar conforme o emissor e o município. Quando os novos campos forem aplicáveis, o prestador deverá informar os dados tributários exigidos, inclusive o Código de Situação Tributária e o Código de Classificação Tributária correspondente à operação, conforme as tabelas e regras técnicas vigentes. Além disso, os valores de IBS e CBS destacados em 2026 não integram o total da nota. O ISS continua sendo apurado e recolhido segundo as regras municipais durante essa etapa da transição. A redução gradual do ISS ocorrerá entre 2029 e 2032, com sua extinção em 2033. É importante acompanhar a evolução das regras. Com a ativação das validações, a ausência ou incorreção dos campos obrigatórios pode gerar rejeição do documento ou impedir sua autorização. Empresas que realizam os testes e adequações antes da data de obrigatoriedade terão uma transição mais segura. Benefícios de adotar o destaque durante a fase

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Plataformas Digitais Também Entram na Reforma: O Que Isso Significa Para Quem Vende Online

A reforma tributária chegou ao ambiente digital e as plataformas digitais reforma tributária passaram a ocupar posição relevante no novo sistema. Quem vende online, seja por loja própria, marketplace ou aplicativo, precisa compreender as novas regras com profundidade. A partir de 2026, o Brasil inicia a transição para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituem gradualmente PIS, Cofins, ICMS, ISS e parte do IPI. Nesse novo cenário, as plataformas digitais deixam de atuar apenas como intermediárias comerciais em determinadas operações e assumem obrigações tributárias específicas. A Lei Complementar nº 214/2025 estabelece hipóteses de responsabilidade solidária e de responsabilidade em substituição para esses agentes. A CPA Prime Contabilidade acompanha diariamente as atualizações e orienta empresas de comércio eletrônico a se prepararem de maneira segura e estratégica. Além disso, o princípio do destino, o sistema de não cumulatividade e o split payment alteram o fluxo financeiro e a forma de precificação. Portanto, a operação online exige agora organização fiscal rigorosa. Em seguida apresentamos o que muda na prática, quais são as responsabilidades, como se preparar e quais impactos o vendedor digital deve considerar. O contexto da reforma e o papel das plataformas digitais A Emenda Constitucional nº 132/2023 e a regulamentação pela Lei Complementar nº 214/2025 redesenharam a tributação sobre o consumo no Brasil. O objetivo principal consiste em simplificar o sistema, reduzir a cumulatividade e diminuir distorções relacionadas à guerra fiscal entre estados e municípios. No entanto, a simplificação exige adaptação profunda de processos, sistemas e contratos. No caso das plataformas digitais reforma tributária, o legislador reconheceu o papel relevante desses agentes na economia atual. Plataformas que intermedeiam operações de fornecimento de bens ou serviços e controlam elementos essenciais — como cobrança, pagamento, definição de termos e condições ou entrega — passam a ter obrigações específicas. Consequentemente, o antigo modelo em que a plataforma apenas conectava as partes pode não ser suficiente para afastar sua responsabilidade quando houver controle sobre elementos essenciais da operação. Por exemplo, um marketplace que processa o pagamento do consumidor e repassa o valor ao vendedor pode assumir obrigações de informação e relacionadas ao split payment e, nas hipóteses previstas em lei, responder pelo pagamento do IBS e da CBS. Assim, a rastreabilidade das operações aumenta de forma significativa. Além disso, 2026 marca o início do período de testes com alíquotas de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Os contribuintes que cumprirem as obrigações acessórias aplicáveis ficam dispensados do recolhimento desses tributos no ano de teste, conforme as condições previstas na legislação. Esse período permite que empresas e plataformas ajustem seus sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos. Dessa forma, quem vende online precisa entender não apenas a própria tributação, mas também como a plataforma na qual opera se posiciona diante das novas regras. A CPA Prime Contabilidade recomenda que vendedores e gestores de plataformas iniciem imediatamente o mapeamento completo de suas operações digitais. Responsabilidade tributária das plataformas segundo a LC 214/2025 A legislação atribui responsabilidades específicas às plataformas digitais. Mesmo plataformas domiciliadas no exterior podem ser responsáveis pelo pagamento do IBS e da CBS relativos às operações e importações realizadas por seu intermédio. Quando o fornecedor é residente ou domiciliado no exterior, a plataforma responde pelo pagamento dos tributos em substituição ao fornecedor e solidariamente com o adquirente ou destinatário. Quando o fornecedor é residente ou domiciliado no Brasil, a plataforma pode responder solidariamente caso deixe de fornecer as informações exigidas sobre as operações ou caso o fornecedor, sendo contribuinte do IBS e da CBS, não emita documento fiscal eletrônico pelo valor da operação. Portanto, a plataforma deixa de ser um mero intermediário comercial em determinadas situações e passa a integrar a cadeia de compliance fiscal. No entanto, a legislação também estabelece limites: os serviços que não controlam elementos essenciais da operação não são enquadrados automaticamente como plataformas digitais para essa finalidade. Assim, a definição de “controle” torna-se ponto central e exige análise caso a caso. Para o vendedor que utiliza a plataforma, isso gera maior pressão por documentação completa e correta. A emissão adequada de notas fiscais, a identificação precisa do produto ou serviço e a atualização cadastral tornam-se ainda mais importantes. Caso contrário, a plataforma pode ficar exposta à responsabilidade tributária e adotar exigências adicionais ou medidas contratuais para administrar o risco. Além disso, o split payment será implementado de maneira gradual, conforme regulamentação, desenvolvimento tecnológico e cronograma operacional. Quando aplicado, os valores de IBS e CBS poderão ser segregados na liquidação financeira, alterando o fluxo de recebimento do vendedor. Não é correto afirmar que a retenção automática começará de forma geral para todas as operações em 2027. Em junho de 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram documentação técnica para a preparação tecnológica do mecanismo. Como a legislação define plataforma digital A Lei Complementar nº 214/2025 considera plataforma digital aquela que atua como intermediária entre fornecedores e adquirentes em operações realizadas de forma não presencial ou por meio eletrônico e controla um ou mais elementos essenciais da operação. Essa definição pode alcançar marketplaces de produtos, plataformas de serviços, aplicativos de entrega e outros modelos digitais que atendam às condições legais. No entanto, serviços que apenas forneçam acesso à internet, processem pagamentos, ofereçam publicidade ou permitam a busca de fornecedores, sem controlar elementos essenciais da operação, não são automaticamente enquadrados como plataformas digitais para essa finalidade. Consequentemente, não apenas os grandes marketplaces nacionais podem se enquadrar. Plataformas menores também podem ser alcançadas quando efetivamente intermedeiam operações de terceiros e controlam elementos essenciais. Por isso, cada operação precisa de avaliação individualizada. O que muda na prática para quem vende online Quem vende online sente o impacto em várias frentes ao mesmo tempo. A emissão dos documentos fiscais eletrônicos abrangidos precisa incorporar os campos relativos ao IBS e à CBS conforme os leiautes e as notas técnicas aplicáveis. A ativação das validações e as datas operacionais devem ser verificadas de acordo com cada modelo de documento fiscal. O princípio do

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Contabilidade Especializada
em Advogados e Advocacia

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Separamos algumas questões que podem te ajudar. Caso ainda tenha dúvida, entre em contato conosco

E-mail

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O que é legalização de empresas?

A legalização de empresas é o processo de regularizar e formalizar um negócio para que ele atue dentro da lei. Isso inclui registro na Junta Comercial, emissão de CNPJ, obtenção de licenças e alvarás, além do enquadramento tributário adequado.

O prazo pode variar de acordo com a atividade, o município e a complexidade do negócio, mas geralmente, o processo leva de 7 a 30 dias úteis.

Os principais documentos incluem RG e CPF dos sócios, comprovante de endereço, contrato social, e informações sobre o local de funcionamento e a atividade da empresa.

Nossa equipe realiza uma análise completa do perfil do seu negócio para identificar o regime tributário mais vantajoso, como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Sim, a maioria das atividades exige alvarás específicos e licenças, como sanitária, ambiental ou de funcionamento. Cuidamos de toda a documentação necessária para sua empresa operar legalmente.

Caso sua empresa esteja com pendências fiscais, tributárias ou cadastrais, oferecemos serviços de regularização para resolver as questões e colocá-la em conformidade com a legislação.

Sim, alterações como entrada ou saída de sócios, mudança de endereço ou atividade, podem ser realizadas. Nós cuidamos de todo o processo com segurança e agilidade.

Um contador especializado garante que todas as etapas sejam realizadas corretamente, evitando erros, atrasos e problemas legais, além de oferecer suporte estratégico para o crescimento do negócio.

Atendemos empresas de diversos setores, como comércio, serviços, indústria e startups, sempre com soluções personalizadas para cada necessidade.

Basta entrar em contato conosco pelo telefone, e-mail ou preencher o formulário em nosso site. Nossa equipe terá o prazer de ajudar você em todas as etapas da legalização da sua empresa!

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